TELANGIECTASIAS

 

  O que são?

Vasinhos muito superficiais, vermelhos ou azulados, muito finos e que podem chegar a 1 milímetro, geralmente com ramificações que se assemelham as teias de aranha ou a raízes de plantas. São também conhecidas como microvarizes.

 

 Como são tratadas?

O tratamento das telangiectasias é feito pela escleroterapia. Existem vários agentes esclerosantes os agentes osmóticos, entre eles a glicose hipertõnica, os agentes detergentes, como o oleato de etanolamina, o polidocanol; e os agentes irritantes químicos, como a glicerina cromada.Cada especialista usa o agente esclerosante com o qual tem mais conhecimento. O fundamental é a experiência e empenho do especialista. Quando bem indicada e efetuada com técnica correta a escleroterapia proporciona excelentes resultados.

 

  Como se faz a escleroterapia?

Usando-se agulhas descartáveis, seringas descartáveis ou de vidro desde que esterilizadas corretamente. O número de picadas não indica melhor qualidade de tratamento; o importante é a quantidade de esclerosante injetado por sessão. Posterior compressão elástica não é utilizada por todos os especialistas.

 

 Quais as intercorrências que podem surgir no curso de um tratamento com esclerosantes?

 Quem se submete a um tratamento deste tipo visa principalmente o lado estético, fato este do mesmo modo desejado pelo médico.

Não obstante, por mais prudente que ele seja, podem ocorrer:

podem ocorrer mesmo quando o profissional é experiente; felizmente são eventualidades rarissimas.

 

  Há outros tipos de tratamento?

As telangiectasias, principalmente as localizadas no nariz e em outros locais da face, podem ser tratadas com sucesso por meio de eletrofulguração.

As telangiectasias podem ser tratadas também por meio da fototermólise que é a destruição das mesmas por meio da energia luminosa. Um dos aparelhos utilizados é o Laser, outro é o Photoderm, acoplado ou não ao Vasculight.

Estes outros tipos de tratamento ainda não substituem a escleroterapia química. Também não são isentos de intercorrências. O tratamento com o Laser ou o Photoderm apresenta, às vezes, hipopigmentação ou manchas brancas nos locais das aplicações que poderão ser definitivas. A hiperpigmentação, que são as manchas escuras, ocorrem com mais freqüência nas clientes mais morenas ou nas que tomaram sol recentemente. Mesmo a terrível necrose cutânea pode acontecer, embora com menos freqüência. Todos exigem, além de conhecimento especializado do médico, aparelhagem de alto custo

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